Just so I don’t forget - Firefox Extensions

February 4th, 2009

These really help me!

  • Zotero
  • LibX, in the customized form of the “Caltech Edition”
  • It’s all text!
  • Remember the Milk for Gmail
  • Delicious Bookmarks
  • Firefox PDF Plugin for Mac OS X

I don’t feel like linking these right now… but you are free to Google for them! If you are in academia, Zotero is super helpful as a bibliography manager embedded in your browser, and LibX is also very, very helpful, for two main reasons: first, often the searches I do in the Caltech library don’t return useful results because I forgot a comma, or something like that… way too demanding syntax. With LibX I can search for a book in Amazon and click on the link that LibX provides to that book in my library! Amazing. Second, because if you access journals online through a proxy when you are off-campus, LibX provides an option “Go through CLS proxy” (CLS stands for Caltech Library Systems) in that box that appears when you right-click on a link. Often it also provides an in-page link for that reference through the library proxy. This way, I can search with whatever search engine I want to use, and in the last moment use the proxy, on site. No need to go to the library website, search for a journal there, click on the login there, etc. Perfect.

Computational Economics

February 4th, 2009

I stumbled upon John Stachurski’s lecture notes about a computational economics course based on Python.

http://johnstachurski.net/lectures/index.html

This notes are the practical (as in programming) side of his book.

Looks amazing, and it is definitely worth a look if you want to use Python for those computational assignments in grad school… Well, I guess if you are already out of grad school you might also want to switch from whatever you use (MATLAB, most likely)… But I still have to see one evidence of a switch of this nature! (Probably with good reason).

For the record

December 8th, 2008

Two websites that I came across this week that seem interesting for things I may do in the future, and for things many of my friends would do or like to do.

If you are in academia and use computers very often, the “Software Carpentry” webpage is a must:

http://www.swc.scipy.org/

If you need to make videos, especially if they are for the web, the following website seems very helpful. From equipment choice, to techniques, audio, platform-specific tips (Mac/Linux/Windows), licensing and promoting.

http://makeinternettv.org/

More Python and Econometrics…

March 4th, 2008

So, we had another homework assignment. One more chance to learn some more Python. I saved the code in this folder . The three folders in there refer to three problems in Davidson and McKinnon’s book. Inside each folder there is a folder named ‘highlighted code’, which has the code in nice highlighted HTML files. LaTeX files and the corresponding PDF are also available. The code is extensively commented and that should help someone who is trying to solve basic econometric problems with Python, NumPy and friends. I used Pygments for the syntax highlighting of Python code in HTML and LaTeX. Read the rest of this entry »

Python and scientific computing — Econometrics?

February 29th, 2008

We have to take an Econometrics sequence in the first year of the PhD program here at Caltech, Humanities and Social Sciences (HSS) division. I wanted to do the practical assignments in Python. I’m no Python programmer, even though I’ve written simple programs from some tutorials around the internet, like a “Hello world” program and a simple addressbook.     The magic name seems to be NumPy , the numerical module for Python. For plotting, Matplotlib does the trick. It’s worth taking a look at the SciPy website, an “umbrella” project that gathers work in scientific computing using Python. If you want to have a look at how a simple econometrics problem can be solved with Python, take a look at this solution of problem 3.3 at Davidson and McKinnon’s book, Econometric Theory and Methods. You can get the code and data file in this zipfile. I used Python 2.5.2 with NumPy 1.04 and Matplotlib 0.91.2. I guess you should be fine with reasonably recent versions of these packages, but try to get the more recent version of NumPy. In particular, the NumPy 0.9* that comes with the Enthought Python distribution (for Windows only) currently won’t work. You’ll need to update NumPy.  Random nice website: NEOS Guide Optimization Tree . Numerical optimization!  —————– Edit: The more recent version of the Enthought Python distribution has NumPy 1.0.4. Download it, and you won’t have to update anything (Windows only). 

Preços abusivos de periódicos

August 2nd, 2007

Você sabia que a Elsevier andou lucrando mais em vendas online que a Amazon e o Ebay? Pois é. A Reed Elsevier se tornou uma gigante no mercado de publicações acadêmicas, e está praticando preços e esquemas de venda abusivos. E não é só ela. Várias empresas da área fazem a mesma coisa (a Springer, por exemplo). Preços por página de periódicos dessas empresas variam entre 4 e 8 vezes o preço de periódicos similares dirigidos por organizações sem fins lucrativos (em geral departamentos de universidades). Essa conta foi feita meio no olhômetro, por mim. Considero o preço por página como uma boa medida pois olhando os custos de um ano do Pacific Journal of Mathematics vi que os maiores gastos eram com salários, impressão e postagem. Vocês podem olhar os dados e tirar as conclusões por vocês mesmos, mais referências estão logo abaixo.

Várias universidades americanas (Universidade da California e Cornell entre elas) já estão brigando com a Elsevier por preços mais baixos. Um bom resumo da situação foi feito por John Baez, professor da Universidade da California em Riverside, no texto What We Can do About Science Journals.Há bastante material nesse link (e em outros links indicados lá) ou em sites como journalprices.com, ou a página sobre esse assunto de Ted Bergstrom.

O que podemos fazer? Bem, isso vai da cabeça de cada um, mas em geral se fala em “boicotar” os preriódicos caros (não assinando, ou pelo menos não trabalhando para eles), e apoiar os periódicos não-comerciais, especialmente os de livre acesso (mais sobre política de acesso depois).

Outro ponto importante é você se precaver checando direitinho o contrato de copyright dessas empresas. Isso pode ser muito chato ou complicado, e por isso foi criado o Scholar’s Copyright Addendum Engine. É um “gerador de anexo de contrato de copyright”. Você preenche um formulário dizendo que liberdades gostaria de preservar no seu artigo (publicá-lo na sua página ou no arXiv, por exemplo) e cria o anexo. Fácil, rápido e prático.

E ainda nem falamos do problema do acesso a esses periódicos. Periódicos de livre acesso são desejáveis por vários motivos. Por exemplo, trabalhos publicados em periódicos de livre acesso podem ser indexados e buscados por mecanismos de busca como o Google e acessados por qualquer pessoa. O autor de um artigo não ganha nada com a venda dos periódicos, até onde eu sei, e quanto mais pessoas tiverem acesso ao artigo, melhor para o autor. Por fim gostaria de saber quem é que paga os gastos de pesquisa e os salários dos pesquisadores: são cidadãos por meio dos seus impostos (financiamento governamental) e empresas das mais variadas ou são as empresas do ramo editorial? Bem, todos sabemos que os fundos vêm em sua maioria de governos ou de empresas (que não são da área editorial). Por que então o acesso tem que ser restrito?

Procure se informar sobre as iniciativas na sua área. Vários bons periódicos abertos estão aparecendo, e existem iniciativas para apoiar esse fenômeno: Science Commons e Public Library of Science são exemplos (a PLoS parece ter se originado nas áreas de biologia e medicina). Em Economia, para mim o grande destaque vai para o Theoretical Economics, que tem publicado artigos de primeira linha, de livre acesso, e vem vendendo as cópias impressas a preço de custo: o volume anual com desconto para países não ricos está a 45 dólares… Compare com os 34 dólares por artigo do Journal of Economic Theory, da Elsevier (fonte: journalprices.com). Outro dado ilustrativo: se eu quiser baixar um artigo do Science Direct (serviço que oferece os periódicos da Elsevier) da minha casa, ele cobram 30 dólares por artigo. Compare com a Econometrica: eu que sou estudante acesso o volume anual inteiro da Econometrica online por 10 dólares, entre outros benefícios.

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Edit (3 de Julho): Acabei de ler um bom artigo sobre assunto. O artigo aponta como o movimento de de “livre acesso” (open access) à produção acadêmica tem se inspirado no movimento de software livre. Bons links, exemplos e comparações.

Mudanças por aqui em breve…

July 28th, 2007

Bem, como já foi dito, pretendo me mudar para os EUA em Setembro. Especialmente pelo fato desse site tratar também dos meus estudos,  o site deve passar por uma grande mudança em breve… A língua principal do site deve passar a ser o inglês. Gostaria de ter uma estrutura fácil de administrar e flexível. Pensei em adotar alguma Web Framework baseada em Python para  esse trabalho. Por quê Python? Bem, se você conhecer alguma outra linguagem de uso geral que seja relativamente fácil de aprender, organizada e que também possa ser usada para computação científica, me avise.

Fiz uma pesquisa sobre Web Frameworks a alguns meses. É difícil fazer pesquisa sobre algo que você não entende direito (eu não vou muito além do “Hello world” no Python). Os candidatos, se me lembro bem, eram essencialmente Pylons, Django e Turbo Gears. Na época o Pylons me pareceu mais atraente. Mas, como disse, sou leigo no assunto. Vamos ver… Seria bom poder manter conteúdo em português e inglês de forma organizada…

Mudança de fase…

July 9th, 2007

Bem, uma atualização já bastante atrasada. Terminei o mestrado em Economia Matemática no Instituto Nacional de Matemática Pura e Aplicada (IMPA) no Rio de Janeiro e já voltei para Brasília. Fico aqui até o dia 1º de Setembro, quando vou para Pasadena, California - EUA, para iniciar o doutorado em Ciências Sociais no California Institute of Technology (Caltech).

Não, eu não vou virar sociólogo! :) O ponto é que o Caltech é um instituto muito menor que uma universidade tradicional, e não tem departamentos, apenas 6 divisões:  

  1. Biologia
  2. Química e Engenharia Química
  3. Engenharia e Ciência Aplicada
  4. Ciências planetárias e geológicas
  5. Física, Matemática e Astronomia
  6. Humanidades e Ciências Sociais

Existe ainda uma divisão de programas interdisciplinares. Bem, como vocês podem imaginar, o meu programa é na divisão de Humanidades e Ciências Sociais (HSS). O programa é parecido com um doutorado em economia tradicional, mas tem menos foco em macro e mais em economia política formal (usando teoria de jogos). Depois fica bem flexível. Na prática é como um doutorado em economia (dependendo do que você escolher fazer, pode sair meio cientista político). De todos os lugares que conheci, foi o que me impressionou mais pelo ambiente e pela empolgação, espero que sejam ótimos 5 anos. A decisão entre o Caltech, UCLA e UPenn não foi fácil, e eu acho que o ambiente de trabalho foi o que pesou mais no desempate. Com turmas bem pequenas (a minha turma, que é grande pelos padrões do Caltech tem apenas 11 alunos) existe bastante interação entre os professores e a interdisciplinariedade é muito estimulada (entre vários exemplos, existe um laboratório dirigido conjuntamente por economistas e cientistas da computação fazendo pesquisas em áreas afins). Além do mais, existe algo naquele instituto que estimula as pessoas a “pensarem fora do quadrado” (esqueci a expressão em português, mas vocês entenderam).

Não posso deixar de agradecer todas as pessoas que de um jeito ou de outro me ajudaram no caminho até aqui (nenhuma ordem especial): meu pai, minha mãe, minha irmã, meu cunhado, professores Maurício e Mirta Bugarin, prof. Célius Magalhães, prof. José Heleno Faro, prof. Luciano Irineu, prof. Aloísio Araújo e diversos amigos. Valeu a força, o empenho e o apoio!

Bem, é isso. Para os de Brasília, aguardem o meu contato (estou com celular aqui). Para os do Rio, um abraço e uma promessa de que eu não vou deixar de visitá-los.

Ciclovias: um passo para uma cidade mais humana

April 29th, 2007

O vídeo abaixo vale muito a pena… Seria bom mostrar na Câmara Municipal (ou Distrital, no caso do DF).

Concordo em gênero, número e grau. As pessoas falam muito “bicicleta não polui”, “andar de bicicleta é mais saudável” ou “bicicleta não causa engarrafamento”, mas esquecem de apontar o papel integrador da bicicleta. Andando de bicicleta você é forçado e viver mais de perto a sua cidade; é obrigado a se ater mais às suas belezas e seus problemas. A bicicleta é um meio de transporte muito mais acessível, e boas ciclovias dariam acesso fácil, barato, ecologicamente correto e saudável ao transporte para praticamente toda a população, não só os que podem comprar um carro. Esse vídeo aponta muito bem como esse papel de integração é importante. Mais fundamental ainda, como a valorização dos espaços públicos é importante para uma melhor qualidade de vida nas nossas cidades.

Me mudei de Brasília para o Rio de Janeiro em 2005. Vendi o carro que tinha em Brasília, e desde então tenho pensado muito nas várias vantagens trazidas pela troca do automóvel pelo trio ciclismo + transporte público + andar a pé. Apesar do Rio estar longe de ser uma Bogotá ou Amsterdam, não me arrependo da minha decisão.

É importante que pressionemos os nossos deputados e vereadores para que o espaço público seja mais valorizado. Um passo importante nesse sentido é tornar fácil o trânsito de pedestres e ciclistas. Em Brasília eu sei que tem uma ONG batalhando por isso, chamada “rodas da paz”. Se você der uma busca no Youtube em “ciclovias” ou “rodas da paz” vai encontrar algumas reportagens interessantes sobre o assunto, envolvendo servidores públicos envolvidos, professores e membros da ONG. Aqui no Rio ainda não me informei direito…

Terminar um texto com uma citação já virou clichê, um que eu particularmente não gosto. Mas, vou ceder dessa vez. Estava pensando no que disse Vinicius: “a vida é a arte do encontro” . Se ele estiver certo, acho que estamos vivendo menos escondidos atrás de uma quantidade desnecessária de metal e vidro. Em todos os sentidos. Falamos menos com as pessoas da nossa comunidade; olhamos menos para o ambiente que nos cerca; deixamos de cultivar a amizade e a camaradagem. Sem falar nas surpresas do dia-a-dia… Um encontro surpresa numa caminhada costuma terminar em um sorriso ou aperto de mão; um encontro surpresa no trânsito muitas vezes tem um desfecho menos agradável, com dois carros colidindo a muitos quilômetros por hora…

Não poderia deixar de agradecer à Ceci, em Brasília, por ter me mandando um email com um link (atenção vocês que ainda mandam vídeos por email: mandem links, não o vídeo!!!) desse vídeo. E um abraço pro pessoal da Kraft Bikes que dá uma força para o ciclismo aqui no Rio.

Choro de primeira no Circo Voador

April 20th, 2007

Esse fim de semana será realizado o festival “Na Cadência do Choro”, no Circo Voador. Entradas a 15 reais (meia) e 30 reais (inteira). Os portões abrem às 21h. Abaixo, a programação.

SEXTA, 20/04

Flautistas do Rio
Henrique Cazes e Joel Nascimento
Época de Ouro
Gilson Peranzzetta e Mauro Senise
Hamilton de Holanda Quinteto

SÁBADO, 21/04

Chapéu de Palha
Água de Moringa
Galo Preto
Nó em Pingo d`Água
Yamandú Costa